Tocava suavemente a pele (de ceda)
Sorria ao olhar do garoto que via a brisa.
Deseja nada, apenas que a grande labareda
Tome conta do coração que bate na alma da poetisa
E que roube-lhe primavera perdida em poeira
Que sufoca e corrói os pulmões jovens da velha moça.
Suspira outono, desmaia papel e lira
Deixando para trás cinzas que se misturam em poça.